quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Sou paulista, meu amor.



http://veja.abril.com.br/210104/vejaessa.html

O Rio de Janeiro me acha triste.
Em todas as baladas que eu fui (taí, as 2 palavras não saem naturalmente da minha boca, mas ainda prefiro "balada" à "náitchy" carioca) sempre fui abordada com "Por que você tá triste?", "Tá de mau humor, o que houve?", "Brigou com o namorado?" ¬¬
Que cara horrível é essa que eu tenho que eu não percebo?
Cheguei até a pensar em inventar um passado tristíssimo, você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui... (a propósito, encontrei Toni Garrido num restaurante a kg em Copacabana), já minto o nome mesmo, por que não inventar uma biografia trágica-interessante?
Tá, eu não sou exatamente uma pessoa risonha, "dada" (adoro), até gostaria de ser, todo mundo gosta de gente simpática (até eu), mas eu não sou, né, não consigo sair por aí arreganhando a arcada pra todo mundo, mas, sei lá, acho que não é só isso, eu devo fazer uma cara MUITO feia, não é normal todas as pessoas que vêm falar com comigo dizerem a mesma coisa.
Mas, quer saber, cansei.
Paulista, mon amour.
Alê, te dedico.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Dói da flor da pele ao pó do osso



Rói do cóccix até o pescoço
Acende uma luz branca em seu umbigo
Você ama o inimigo
E se torna inimigo do amor


Nunca me interessei muito pelo Babenco, não li o livro do Alan Pauls (que, aliás, estava, portenho e gatíssimo, na FLIP desse ano, os ingressos pra palestra dele, invariavelmente, se esgotaram em minutos, só fui conseguir ver um trecho no Saia Justa, há pouco tempo, quando elas comentavam o bom e velho tema das mulheres-que-amam-demais).
Alan Pauls, repito, grisalho e hermoso, se diz uma vítima desse amor excessivo, nas suas palavras, uma vítima do "terrorismo emocional" das mulheres.
As mulheres são todas umas terroristas mesmo, nada de novo no front.
E como não poderia deixar de ser, o filme faz referência à mãe de todas as kamikazes emocionais (mesmo se não o fizesse, impossível não lembrar dela), aquela que deveria ser filmada todos os dias, inclusive aos domingos: apasionada Adèle H.
(Glenn Close é pinto)



Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Chacun son cinéma



Tava lendo outro dia uma matéria sobre a crise por que passa o cinema italiano, que começava com esta frase: "Se cada cinema tem uma vocação – por exemplo, o americano para a ação, o francês para os relacionamentos –, a dos diretores italianos está certamente no conflito, sejam suas tintas fortes as sociais, as históricas ou as pessoais."
Discutir a relação é o cinema, ora bolas.
Nós, mocinhas românticas, jamais deixaremos o cinema francês morrer.

Assisti hoje à tarde Un Couple Parfait, do Nobuhiro Suwa, uma espécie de continuação do 5X2, do Ozon.
Valeria Bruni absurdamente boa nos dois filmes, mas continuo preferindo o do Ozon.
So true...









Errant dans les rues de mes souvenirs
Je vais suivant le chemin de l'instant
Tout droit vers l'avenue de mon destin
Mais sans toi.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007


A lembrança do branco de uma página
Nada serve de chão
Onde caiam minhas lágrimas

terça-feira, 4 de dezembro de 2007